Secretaria de Saúde alerta sobre importância da vacinação contra Sarampo

Desde o início do mês de julho, as agentes comunitárias de Saúde de Córrego Fundo, por iniciativa da Secretaria de Saúde, estão alertando a população para a vacinação contra sarampo.

O sarampo é uma doença infecciosa viral aguda de alta transmissibilidade, cuja prevenção é feita através da vacina Tríplice Viral. Pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. Os acometidos pela doença podem evoluir com complicações graves, incluindo encefalite, pneumonia e morte, principalmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. A transmissão da doença ocorre diretamente de pessoa a pessoa, através de gotículas do nariz, boca ou garganta de pessoas infectadas pelo vírus.

Os principais sintomas da doença são: febre, manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de um ou mais sinais, como: tosse, coriza (rinite aguda), conjuntivite (olhos vermelhos e lacrimejantes), fotofobia (sensibilidade à luz) e pequenas manchas brancas dentro da boca.

Segundo informações do órgão de Saúde do município, a única forma de prevenir contra o sarampo é a vacinação. A vacina tríplice viral encontra-se disponível em todas as unidades de saúde do Estado e protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Para receber a imunização, é necessário apresentar o cartão de vacina e a carteira do sus
(Sistema Único de Saúde) na Unidade de Saúde.

Pessoas que apresentarem sintomas, devem procurar a unidade de saúde mais próxima para um atendimento médico.

 

Esquema de vacinação

– Aos 12 meses de idade, a criança deverá receber a primeira dose da vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba).

– Aos 15 meses de idade, a criança deverá receber a segunda dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a catapora/varicela) ou a vacina tríplice viral e a de varicela monovalente.

– De 02 a 29 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverão receber duas doses com intervalo de no mínimo 30 dias da primeira dose.

– De 30 a 49 anos, caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverá receber apenas uma dose.

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